Feira da Economia Popular Solidária assume compromissos com uma outra economia, baseada nos princípios da solidariedade PDF Imprimir E-mail
Escrito por CPT Bonfim   
26 de Jul de 2010

Aconteceu com sucesso na cidade de Jaguarari-Ba, a 7ª Feira Regional dos produtos da economia popular solidária. Uma de suas principais metas foi o fortalecimento dos grupos produtivos da agricultura familiar com venda, troca e divulgação dos produtos. Segundo Maria Aclécia, que faz parte da coordenação disse: “Estas iniciativas contribuem para o desenvolvimento regional concretizando a idéia de que é possível viver no semi-árido com dignidade”.


Durante a feira foram realizadas oficinas com temas; Associativismo e cooperativismo; credito rural, agroecologia solidária e mineradoras e pego assinaturas da campanha do limite da propriedade da terra.
A feira foi encerrada com uma celebração e em seguida houve uma caminhada pelas ruas da cidade de Jaguarari comemorando o dia do trabalhador. Uma nota mostrando os compromissos foi distribuído no trajeto da caminhada. Leia na integra a nota:


25 DE JULHO

DIA DO TRABALHADOR E TRABALHADORA RURAL

Nós, trabalhadores e trabalhadoras Rurais, vindos(as) de vários municípios da região, queremos neste dia, nos juntar com você da cidade de Jaguarari, para FESTEJARMOS nosso dia de LUTA. É o CAMPO e CIDADE construindo uma nova sociedade.
Encerrando nossa VII Feira de Produtos da Economia Popular Solidária, queremos reafirmar:
1- Nosso compromisso com uma outra economia, baseada nos princípios da SOLIDARIEDADE – Economia Popular Solidária;  
2- Produzir, ecologicamente, sem agredir o meio ambiente, sem exploração do homem/mulher e promovendo a participação das mulheres e jovens, sem distinção;
3- Levar ao mercado um produto saudável, sem agrotóxico e por um preço justo;
4- Nossa LUTA contra o latifúndio, o agro-hidronegócio e a concentração da terra, riqueza e renda;
5- Fortalecer as iniciativas da Economia Popular Solidária incentivando novos grupos a aderirem à nossa causa;
6- A valorização da Identidade, Cultura Camponesa e Nordestina como um bem cultural do povo que não pode ser vendido;
7-  Consolidar, efetivamente, a relação CAMPO E CIDADE visando à construção de uma sociedade, justa, igualitária e fraterna.
Por fim, queremos agradecer toda a população de Jaguarari, bem como todos/as que aqui tiveram, fortalecendo e fazendo acontecer uma outra economia.
 

UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL – VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES E DAS TRABALHADORAS RURAIS.

 

 
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